O PAÍS SEM MÁSCARAS
Nada de baianas estilizadas, mulatas rebolantes ou fitinhas do Senhor do Bonfim. Turista que chega ao Brasil nesses dias tormentosos pode ser recebido mais na linha do "a vida como ela é" e com faixas para intimidar gringo, tipo "Welcome to hell". Diga-se de passagem, esta faixa foi apresentada por policiais cariocas, em protesto contra o atraso de seus salários.
No Rio de Janeiro, que em poucos dias sediará as Olimpíadas, está bem assim. O Estado falido anuncia que as viaturas policiais poderão parar por falta de combustível. Em um hospital, bandidos resgatam perigoso traficante. Na Avenida Brasil, cidadãos são assassinados.
Os ufanistas poderão atribuir tudo isso a um alarmismo, sabotagem ou, quiçá, ao sempre lembrado complexo de vira-lata. Mas mostrar ao mundo o Brasil de verdade é mais uma tentativa de provocar mudança pela vergonha de nos ver expostos tais como somos, com nossas feridas e deformações.
O Brasil é um país belíssimo, com grande potencial, porém doente, infectado por bactérias que precisam ser expulsas. Em vez de ministrar-lhe potentes e necessários antibióticos, os dirigentes políticos se acostumaram a mascarar a doença. E não falta quem procure se dar bem com a oferta de falsos remédios.
Expor-nos assim é doloroso, mas fundamental, um tipo de terapia de choque. A vergonha muitas vezes têm esse efeito para os que ainda guardam ao menos um resquício de decência.
No Rio de Janeiro, que em poucos dias sediará as Olimpíadas, está bem assim. O Estado falido anuncia que as viaturas policiais poderão parar por falta de combustível. Em um hospital, bandidos resgatam perigoso traficante. Na Avenida Brasil, cidadãos são assassinados.
Os ufanistas poderão atribuir tudo isso a um alarmismo, sabotagem ou, quiçá, ao sempre lembrado complexo de vira-lata. Mas mostrar ao mundo o Brasil de verdade é mais uma tentativa de provocar mudança pela vergonha de nos ver expostos tais como somos, com nossas feridas e deformações.
O Brasil é um país belíssimo, com grande potencial, porém doente, infectado por bactérias que precisam ser expulsas. Em vez de ministrar-lhe potentes e necessários antibióticos, os dirigentes políticos se acostumaram a mascarar a doença. E não falta quem procure se dar bem com a oferta de falsos remédios.
Expor-nos assim é doloroso, mas fundamental, um tipo de terapia de choque. A vergonha muitas vezes têm esse efeito para os que ainda guardam ao menos um resquício de decência.
Pois
mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a
criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Romanos 1:25

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